A I Oficina de Pesquisa promovida pela Fundação Sintaf foi realizada na última quarta-feira (7)

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Na manhã de ontem (7), ocorreu a “I Oficina de Pesquisa: como elaborar artigos científicos” na sede da Fundação Sintaf.  A capacitação foi ministrada pela Diretora Técnico-Científica e professora, Germana Belchior. Dentre os participantes da oficina, estiveram presentes fazendários, estudantes, pesquisadores bolsistas do Observatório de Finanças Públicas do Ceará (Ofice) e funcionários da Associação dos Aposentados Fazendários (AAFEC).


 


A inciativa surgiu da necessidade de aperfeiçoar os conhecimentos de servidores fazendários, que cursam pós-graduação, acerca da elaboração e desenvolvimento de trabalhos acadêmicos.  A partir disso, fazendários e todos os interessados na capacitação puderam se inscrever para participar da oficina, que abordou diversos assuntos que se relacionam com a pesquisa científica.


 


Como forma de aliar o conhecimento à prática do voluntariado, a inscrição se baseou na doação de livros infanto-juvenis que serão destinados a bibliotecas comunitárias, no âmbito do Projeto de Inclusão Social (ProSocial) da Fundação Sintaf, desenvolvido em parceria com o Sintaf, Sefaz, STDS, AAFEC e ONG Velaumar. 


 


Oficina


 


Durante a capacitação, Germana apresentou um panorama sobre temas como paradigmas do conhecimento, natureza da pesquisa, metodologia científica, tipos de métodos científicos e concluiu com a exposição do passo a passo para se elaborar um artigo científico. “O artigo é a base para qualquer trabalho acadêmico que você vá produzir”, explicou a diretora que é mestra e doutora em Direito e professora da Faculdade 7 de Setembro.


 


O pesquisador bolsista do Ofice, Arley Santos, acredita que é engrandecedor participar de capacitações como a oficina de pesquisa promovida pela Fundação Sintaf. “Abre a nossa visão para criarmos e pesquisarmos algo novo. A oficina está me fazendo questionar mais e me instigando a pesquisar”, pontuou Arley. 


 


Para a fazendária Cláudia Sousa, a oficina foi uma ideia brilhante para as pessoas que estão afastadas há algum tempo dos estudos acadêmicos. “Participar de uma oficina como essa nos dá um norte até para fazermos nossos projetos de mestrado ou doutorado”, afirmou ela. 


 


A engenheira civil e estudante de Direito, Fernanda Maria Cunha, ponderou que é fundamental estar sempre se aperfeiçoando e ampliando o conhecimento sobre os mais diversos assuntos. “É muito importante aprender, por exemplo, as metodologias para que possamos escrever um bom artigo. Muitas vezes nos acomodamos e ficamos muito limitados com o pouco que aprendemos na graduação”, refletiu Fernanda.


 


 



 


 


Diante da boa aceitação do público, a Fundação está elaborando um projeto de um curso mais completo sobre metodologia científica. Segundo Germana, infelizmente existe uma lacuna nessa área do conhecimento, pois a temática é geralmente ministrada de forma superficial ou, quando é feita durante a graduação, não lhe é dada a devida importância. “Muitos acham que metodologia é um bicho de sete cabeças, existem muitos tabus. Mas com estudo e prática, percebemos que escrever trabalhos científicos é uma questão de inquietação, ousadia, técnica e determinação. Até porque o conhecimento liberta e nos permite pensar fora da nossa caixa´”, finaliza Germana. 


 

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